Solidariedade, onde estás, onde estás?
Não encontro palavras para descrever-te
Neste mundo caótico, frio e distante...
Solidariedade, onde estás?
Procuro-te, mas não te acho
Tanta dificuldade, tanta fome, tanto frio...
Solidariedade, onde estás?
Onde te escondes?
Por onde andas?
Queria dar-te a mão
E pelo mundo afora
Repartirmos o pão, o peixe, a água, o vinho, a lã
O pão e o peixe que matam a fome
A água que sacia a sede
O vinho que alimenta a alma
A lã que aquece o corpo
Povos, línguas e nações clamam por ti
Bem-aventurada aquela que supre a necessidade dos povos
Sei, sei que sozinha tu não podes
Precisas de mim, do próximo, do outro e mais outro...e outro, outro....outro?
Outro.
E numa roda viva, firme e forte
Envolveríamos o planeta de cima abaixo
Com teus braços quentes
Aproximaríamos as gentes
E todos juntos construiríamos um mundo melhor
Solidariedade, tu , és o elo
A chave mestra das portas trancafiadas
Vem unir
Vem abrir caminhos novos
Dando um rumo novo a esta geração carente de ti
Solidariedade, onde estás, onde estás?
De repente...um sorriso, um olhar profundo, um raio de luz...
Encontrei-te!
Tu estás aqui. Ali. Acolá. Alhures...
Comigo, contigo, consigo, conosco, convosco, com Ele...
Amém!
Para honra e Glória do Senhor das nossas vidas esse Poema foi classificado em 1º Lugar no Concurso de Redação Folha Dirigida e UNESCO ano 2005, em que era aluna apenas do primeiro período de Letras. Assim recebi esses singulares Prêmios: Livro Trilígue(Português , Inglês e Francês) da coletânea dos 100 melhores textos do concurso, que está em mais de 192 países em que a UNESCO tem sua sede nos paises estrangeiros. E para os cinco melhores textos, todos em primeiríssimo lugares, fomos a Paris. Gente finíssima me acompanhou! Subimos a Torre Eiffel, cavalgamos os Lopen Tour da cidade maravilhosa e conhecemos bem de perto a cidade luz! Na foto acima você nos vê com o diretor da UNESCO Pedro à direita. Foi muito bom!
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